A partir desta sexta-feira, 13, os interessados em viajar aos Estados Unidos vão ter que desembolsar mais dinheiro para pagar pelo visto. A autorização norte-americana para viagens de turismo, negócios, para estudantes, intercâmbio, trânsito, tripulantes e jornalistas subiu de US$ 140 para US$ 160. A decisão foi divulgada, em comunicado, pela Embaixada dos Estados Unidos em Brasília.
A taxa de agendamento, que custava R$ 38, deixa de existir a partir desta sexta-feira. No comunicado, a embaixada diz que o reajuste visa a cobrir as despesas existentes com processamento de vistos por meio da arrecadação das taxas de solicitação. A nota acrescenta que o reajuste possibilita a ampliação das instalações no exterior, bem como a contratação de mão de obra qualificada para atender à demanda de vistos.
De janeiro a março deste ano, 296.637 brasileiros obtiveram o visto para viajar aos Estados Unidos. O número é 56% maior que o apurado no mesmo período de 2011, segundo dados da embaixada. No ano passado, foram concedidos 945 mil vistos a brasileiros. A média de solicitantes é 5.489 por dia.
Agência Estado
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Enquanto Dilma Rousseff e Barack Obama estiverem conversando na Casa Branca nesta segunda-feira, seus ministros e governos estarão assinando uma série de acordos e memorandos de entendimento para ampliar a relação bilateral.
No topo, está um memorando para ampliar a cooperação no setor de aviação, a ser assinado pela secretária de Estado Hillary Clinton e o ministro das Relações Exteriores Antonio Patriota.
Em um momento em que a brasileira Embraer viu a licitação que venceu para vender 20 jatos a Washington ser cancelada por problemas técnicos, e que a americana Boeing vê submergir sua expectativa para vender caças a Brasília, porém, o memorando significa apenas uma promessa de estreitar laços.
Também serão assinados entendimentos para a cooperação nos níveis estadual e municipal e em segurança alimentar em terceiros países, além de atos institucionais sobre habitação, ambiente, ciência e tecnologia.
O único acordo com efeito imediato, porém, é o que reconhece a cachaça como produto genuinamente brasileiro e permite, assim, que só o aguardente de cana produzido no país use o nome -- uma espécie de denominação de origem controlada, para garantir a reputação da marca no mercado após 11 anos de negociação.
Em troca, o Brasil passa a reconhecer o uísque produzido no Estado americano do Tennessee como bourbon.
Folha de SP
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A presidenta Dilma Rousseff anuncia nesta manhã (3) medidas de incentivo à indústria na busca pela aceleração do crescimento do país e por mais competitividade aos setores prejudicados pela valorização do real. Para a cerimônia de anúncio de novas medidas do Plano Brasil Maior, no Palácio do Planalto, foram convidadas 400 pessoas entre empresários, sindicalistas, ministros e parlamentares.
No último dia 22 a presidenta se reuniu com grandes empresários e ouviu deles relatos de preocupação com a valorização cambial, a elevada carga tributária, os juros e as deficiências de infraestrutura. Os empresários tiveram do governo a garantia de que seriam adotadas medidas para reduzir o custo financeiro e ampliar a desoneração da folha de pagamento e que o governo continuaria agindo no sentido de reduzir os juros e proteger o real ante a desvalorização do dólar.
Dias depois, empresários se reuniram com o ministro da Fazenda, Guido Mantega, e indicaram que o governo deveria melhorar as condições de financiamento por meio de recursos do Banco do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). O programa é responsável por liberar financiamentos, por exemplo, para a aquisição de ônibus, caminhões, chassis, caminhões-tratores, carretas, cavalos-mecânicos, reboques, semirreboques novos e de fabricação nacional.
Na cerimônia, serão instalados também os 19 conselhos de competitividade definidos no Plano Brasil Maior, entre eles os conselhos dos setores têxtil, de calçados, construção civil e agroindústria.
Agência Brasil
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O ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, assina nesta quarta-feira (28/3) o edital de seleção para os municípios que vão participar do projeto piloto das Cidades Digitais. Será às 11h no ministério. O edital vai selecionar 80 municípios para o projeto piloto e dará preferência, entre outros aspectos, às cidades com até 50 mil habitantes, com prioridade às regiões Norte e Nordeste e aos municípios com menor Índice Firjan de Desenvolvimento Municipal (IFDM).
O edital atenderá, necessariamente, a uma cidade por unidade da Federação. Uma das ações previstas é o desenvolvimento de projetos com micro e pequenas empresas, tendo como objetivo o desenvolvimento local. O projeto Cidades Digitais modernizará a gestão das cidades com a implantação de infraestrutura de conexão de rede entre os órgãos municipais e os equipamentos públicos locais, melhorando o acesso da comunidade aos serviços do governo.
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A CUT dará largada nos próximos dias a uma campanha de ampla visibilidade contra o imposto sindical, o que promete provocar a discórdia entre as demais centrais --em sua maioria favoráveis à cobrança.
A maior central sindical do país vai gastar R$ 1,5 milhão em comerciais de TV e rádio e em anúncios de outdoors e jornais contra o imposto.
Num avanço sobre as concorrentes, a CUT também prepara um plebiscito para ouvir trabalhadores de todos os sindicatos e saber quantos são contra a cobrança.
Dessa forma, a CUT quer conquistar aliados na base das rivais e, ao mesmo tempo, alcançar um número expressivo de votos contrários --o que ajuda a pressionar o governo e as outras centrais.
Folha de SP
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